Usamos cookies necessários para o funcionamento e a segurança do site. Com sua
autorização, também podemos usar dados de navegação para entender como o BHUB é
utilizado e melhorar a plataforma.
Política de Cookies
Curadoria científica com IA
Sincronização diária
Pesquisa em Análise do Comportamento, organizada por evidências
Encontre artigos revisados por pares, filtre por categoria e fonte, e acompanhe novas publicações científicas em um só lugar.
Youth sports offer significant opportunities for physical, emotional, and social development; however, current trends toward hyper-competitiveness, early specialization, adult-imposed pressures, and systemic inequalities threaten these benefits. This paper examines how applied behavior analysis (ABA) can provide evidence-based solutions to reshape youth sports culture. First, systemic concerns within youth sports are identified, including the social and psychological consequences of an overemphasis on competition and adult-driven outcomes. Using a behavioral framework, recommendations are provided targeting organizational practices, coaching behaviors, parental involvement, and athlete development. Strategies such as competency-based training, behavioral coaching, reinforcement systems, and contingency management are emphasized to foster more nurturing, inclusive, and developmentally appropriate environments. By applying ABA principles at multiple systemic levels, youth sports programs can better support lifelong physical activity, emotional well-being, and social growth, ensuring that the benefits of participation extend far beyond athletic achievement.
Choosing where to build your BCBA career is one of the most important professional decisions you will make. While compensation and benefits matter, many behavior analysts are also looking for mentorship, clinical support, opportunities for advancement, and an organization whose values align with their own. At ABA Works, our clinicians are not simply employees. They […]
The post What Is It Like Working at ABA Works? appeared first on ABA-Works.
Behavior analysts have long improved the healthcare needs of those they serve. Behavior analysis as a practice, however, has developed in parallel to, rather than in concert with, the disciplines that most often address society’s healthcare needs. Quality improvement is a methodology for refining healthcare processes and improving healthcare outcomes—a methodology with many similarities to behavior analysis. Leveraging behavior science to support quality improvement initiatives can validate behavior analysts as integral members of the healthcare team and realign behavior analysis as a science and practice to be in concert with, rather than in parallel to, medical professionals. We discuss how behavior analysts can strategically integrate their science at each step of the quality improvement process to advance patient- and systems-level outcomes. We also discuss the mutual benefits of integration.
Behind the Scenes of Verbal Beginnings Academy At Verbal Beginnings, our mission has always been simple and powerful: Changing Lives. One Child at a Time. One Professional at a Time. For over a decade, that mission has guided every decision we make, from the therapy programs we build for the children and families we serve…
The post This is What Career Growth in ABA Should Look Like appeared first on Verbal Beginnings.
Escrito por Aline Silva, Amanda Rosa e Bruna Petinatti A violência no ambiente de trabalho é uma realidade que pode afetar todas as pessoas. No entanto, neste texto, propõe-se lançar luz sobre a violência de gênero que atinge, de forma específica e desproporcional, as mulheres no mercado de trabalho. Essa violência não se limita à […]
Fotografia de policial olhando para o lado direito em local de crime isolado para perícia. Disponível em: https://www.pexels.com/pt-br/foto/crime-delito-criminoso-bandido-7101498/
Natalia Rocha de Azevedo
A atividade policial é considerada
estressante, de alto e constante risco. Segundo Azevedo (2020), ainda que o policial
não esteja em atividades operacionais, são diversos os casos em que, tendo seu
trabalho descoberto, ele sofre violências que podem colocar ele e seus
familiares em perigo ou levá-los à óbito. Além disso, sua atuação normalmente
se dá em ambientes e em momentos conflituosos. As atribuições dos diferentes
cargos das forças policiais do país são especificadas por leis, mas no
imaginário social, isso tem pouca importância, pois o policial é o responsável
por solucionar questões que necessitam ou possam necessitar do uso de força.
Costumeiramente, espera-se que ele seja forte, capaz de lidar com todos os seus
conflitos, que esteja sempre em condições de atuação e atendimento eficiente
das demandas de sua função.
A construção da cultura da carreira
policial no imaginário desse profissional também é repleta de idealizações, que
podem vir a representar fator importante para futuros problemas psicológicos.
Diante disso, temos situações como o excesso de demandas, muitas vezes sem
solução a curto prazo, que geram exposição prolongada às violências diversas e
questões organizacionais internas. O profissional impotente diante dos fatos
pode, após infrutíferas tentativas de autoproteção, lidando com tantos
componentes aversivos na rotina laborativa, adoecer.
A atividade policial mudou, pelas
mudanças sociais, tecnológicas e pelo perfil exigido para o ingresso nos cargos
(e.g., cada vez mais técnico, com formações acadêmicas específicas e menos
pautado nos aspectos físicos). O estereótipo do sujeito forte e destemido que
tem como atuação principal prevenir a criminalidade, deter criminosos, enviesa
e influencia a formação desse profissional para sua atuação nas instituições de
segurança pública e em sua convivência interpessoal.
Os estudos referentes à saúde do
trabalhador perpassam os mais diversos referenciais teóricos, tanto na
Psicologia quanto em outras áreas de conhecimento. Para a Análise do
Comportamento, o comportamento humano se dá pela interação de variáveis em três
níveis: filogenético, que é a história genética de cada espécie; ontogenético,
que é a história da interação do indivíduo com o meio, e o nível cultural,
relacionado às interações dos grupos, transmitidas a seus integrantes de
geração a geração. As
relações entre esses níveis ajudam na manutenção de práticas comportamentais e
produtos dessas práticas.
A Análise do Comportamento
representa uma possibilidade interventiva, por se mostrar hábil na compreensão
e caracterização dos comportamentos envolvidos para a manutenção cultural. Aqui,
mais especificamente, considerando a cultura da atividade policial, no intuito
de abrir novas discussões e compreensões sobre aspectos relativos à saúde e ao
adoecimento na atuação profissional dessa categoria. Além disso, apontar
possibilidades de intervenção, inclusive – e especialmente – de forma
preventiva, fomentando atuações e ambientes mais alinhados às novas demandas e
posturas sociais e menos prejudiciais aos envolvidos.
Referência
Azevedo, N. R. (2020). Perícia Criminal Federal e os crimes
cibernéticos de cunho sexual contra crianças e adolescentes sob a perspectiva
analítico comportamental. Dissertação de Mestrado em Análise do
Comportamento, Universidade Estadual de Londrina, Londrina (PR), Brasil.